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Justiça

Advogado afirma: decisão de liberar para prisão domiciliar é cada vez mais comum na justiça

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, decidiu converter a prisão preventiva em domiciliar da ex-primeira dama do Rio, Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB). Os dois estão presos no Complexo de Gericinó (Bangu), zona oeste do Rio.

 

Adriana foi presa em dezembro, já Cabral em novembro. O magistrado estabeleceu que Adriana não deverá ter acesso à internet nem telefone. Em sua decisão, considerou o fato de o casal ter dois filhos, um de 11 e outro de 14 anos.

 

Mas o que torna diferente esta mãe das outras tantas mães que também tem vários filhos e mesmo assim precisam cumprir suas penas na prisão?.

 

Em entrevista na Uirapuru, o advogado Darcio Vieira Marques, explicou que a decisão não é novidade em casos de prisões preventivas e se estende às vezes a homens.

 

Conforme ele, é preciso considerar que a mulher ainda não está condenada e com isso o juiz sempre avaliará até que ponto vale a pena manter a pessoa presa em uma cadeia.

 

Para o advogado está decisão está sendo cada vez mais comum e levou em conta todo o contexto, podendo abrir precedentes para outros casos semelhantes, de mães com menos visão pública.