Sexta-feira 13: não há motivos para medo, diz astrólogo
Hoje é sexta-feira 13, uma data marcada principalmente em estórias e no cinema como sendo de azar, ligada à morte e ao terror. São vários os filmes que trazem essa lógica, atraindo milhares de expectadores e dando continuidade a certas lendas e superstições. A reportagem da Rádio Uirapuru conversou com o astrólogo, Régis Canabarro, que explicou as origens do medo ao número 13 em uma sexta-feira.
Canabarro apontou alguns acontecimentos históricos, como a crença surgida na Idade Média de que o número estava ligado ao azar. Exemplos são a Santa Ceia, última de Jesus Cristo, na qual estavam os 12 apóstolos mais Jesus, somando 13 pessoas. Ou, ainda, a prisão e condenação dos Templários, que se deu em um dia 13. Também há o tarô, no qual a carta do arcano da morte traz o número 13.
Entretanto, Régis Canabarro lembra que o 13 pode significar o final de um ciclo ou começo de outro. O astrólogo lembra que a superstição envolvendo o 13 não é tão forte no Brasil quanto nos Estados Unidos, onde prédios não tem o décimo terceiro andar e alguns quartos não trazem o número 13. Outros fatores levados nas crenças, como o gato preto ou passar debaixo da escada, também não devem levar medo para a população, pois o gato preto é um bichinho simpático, que não dá azar. Já a probabilidade de sofrer acidente em passar embaixo da escada é uma questão de lógica, do risco, diz Régis Canabarro
Para afastar de vez qualquer receio relativo à sexta-feira 13, Régis Canabarro destaca a ligação que os algarismos 1 e 3 têm com Passo Fundo.