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Justiça

Para advogado prisão de Santana e esposa é justificada com a existência de provas dos crimes

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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O publicitário João Santana e a mulher dele, Mônica Moura, tiveram a prisão temporária decretada na 23ª fase da Operação Lava Jato, que investiga a relação de Santana com a empresa Odebrecht. O publicitário foi responsável pelas últimas três campanhas presidenciais do PT.

 

O juiz federal Sérgio Moro determinou na segunda-feira (22) o sequestro de um apartamento, localizado em São Paulo, registrado em nome de Santana e de sua mulher. Há também a suspeita de que o imóvel teria sido pago com dinheiro retirado de uma conta secreta na Suíça. Em outra medida Moro decretou o bloqueio das contas pessoais de João Santana e da esposa.

 

De acordo com o advogado, Dr. Dárcio Vieira Marques, a decisão é justificada pois o juiz e a polícia, não seriam irresponsáveis a ponto de decretar uma prisão preventiva sem ter provas. Ele explica que existem elementos que mostram que Mônica Moura sabia que o dinheiro não era lícito, pois escondeu o nome da empresa que estava pagando as contas.

 

O advogado ressalta que há uma série de fatos que comprovam a ilicitude do ato do publicitário e a esposa, e que todos esses dados estão sendo divulgados na mídia, mas que se não fossem comprovados os crimes, o juiz não poderia dar voz de prisão.