Após anulação do primeiro júri, acusados no caso da morte do empresário Celso Augusto voltam ao banco dos réus
Hoje, 26 de novembro de 2024, o Fórum de Passo Fundo recebe o recomeço do julgamento de um caso que chocou a cidade: a morte do empresário Celso Augusto Ferraz da Silva, assassinato ocorrido em 7 de novembro de 2016. O caso está sendo reavaliado pela segunda vez após o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) ter cancelado o primeiro julgamento, realizado em junho de 2022. O julgamento ocorre pela segunda vez devido a um recurso da defesa, que alegou que os jurados não foram questionados sobre um ponto importante da defesa, relacionado à participação de um dos réus de forma menor no crime.
Celso Augusto foi morto por disparos de arma de fogo, enquanto estava em sua casa, no Bairro São Cristóvão. A investigação revelou que o crime foi cuidadosamente planejado por um grupo de quatro pessoas, com cada uma delas desempenhando um papel específico. O executor do crime foi Kauã Vítor Xavier Ribeiro, que foi até a casa da vítima e disparou o tiro fatal. Ele não está sendo julgado hoje porque foi condenado no julgamento anterior, e sua defesa não recorreu.
Os outros acusados, incluindo a ex-companheira de Celso, Analú Vibrantz, e o então companheiro dela, Julian Sabedot, foram responsáveis por planejar o homicídio, oferecendo dinheiro a quem fosse capaz de matar Celso. Élbio Rodrigo Nunes da Silva ajudou a organizar o crime, fornecendo detalhes sobre a vítima e sua residência.
A expectativa é de que, com este novo julgamento, as perguntas necessárias sejam feitas e que os envolvidos no assassinato de Celso respondam por seus atos. A cidade de Passo Fundo aguarda ansiosa por uma conclusão que traga justiça e resolva, finalmente, um caso que deixou marcas profundas na comunidade.