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Política

Vereadora Ada Cristina destaca trajetória política e busca por escola cívico-militar para Passo Fundo

Públicado em Por RD Uirapuru / Mateus Pirolli

Na tarde de ontem (22) aconteceu mais uma Sessão Plenária Ordinária na Câmara de Vereadores de Passo Fundo. A reunião foi marcada pela comunicação de líderes e não contou com nenhum projeto de lei na ordem do dia.

A Sessão de ontem foi marcada também pelo primeiro grande expediente do ano. A oradora foi a vereadora Ada Cristina Munaretto (PL) que utilizou o tempo regimentar de 30 minutos na tribuna da casa.

Durante sua explanação a vereadora destacou sua trajetória política que iniciou ainda em 2013 quando ela começou a fazer partes de grupos que pediam o fim da corrupção. Participou de diversas manifestações e integrou o grupo Mulheres de Direita de Passo Fundo.

Ada utilizou seu tempo também para mostrar seu trabalho voluntário na área da Assistência Social em Passo Fundo e outras partes do Brasil. A vereadora sempre buscou ajudar pessoas em situação de vulnerabilidade social e viu a demanda por auxílio crescer durante a pandemia. Além disso, a vereadora tem trabalho voluntário na área da saúde, onde presta apoio às famílias que enfrentam câncer cerebral. A parlamentar lembra que enfrentou e venceu a doença e se emocionou por diversas vezes durante seu pronunciamento.

A vereadora agradeceu ainda as ações do Governo Federal, principalmente o Auxílio Emergencial que contribuiu para que muitas famílias não passassem fome durante a pandemia.

Conforme a vereadora, em entrevista na Rádio Uirapuru, ela busca a implantação de escolas do modelo cívico-militar em Passo Fundo. Recentemente esteve em Porto Alegre junto com o vereador Nharam Carvalho (DEM) e o prefeito Pedro Almeida (PSB) para tratar do assunto em reunião com o deputado estadual, Tenente Coronel Zucco.

De acordo com a parlamentar, o Poder Executivo recebeu positivamente a proposta e algumas escolas demonstraram interesse no sistema de ensino. Conforme Ada, a escola cívico-militar conta com a participação de militares da reserva, mas que não possuem gerência na instituição. Ou seja, eles participam da organização, orientação e cuidados nas escolas, mas não tem influência na direção e no setor pedagógico. A previsão é que a escola cívico-miliar seja implementada até o final do ano na cidade.