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Política

Vereador Luizinho Valendorf destaca criação do gabinete móvel e mais de 46 comunidades visitadas durante seu mandato

Públicado em Por RD Uirapuru / Sabrine Paludo

A Rádio Uirapuru deu sequência nesta sexta-feira (19) à série de entrevistas com os vereadores de Passo Fundo. Cada parlamentar tem 10 minutos para responder às perguntas e fazer um balanço do mandato para a comunidade. O entrevistado foi o vereador Luizinho Valendorf (PSDB).

De acordo com ele, seu mandato foi focado em ações para ouvir as comunidades de Passo Fundo e encaminhar suas demandas para o Executivo Municipal. O vereador foi responsável pela criação do Gabinete Móvel, que visitou mais de 46 bairros da cidade. Luizinho destacou que sua vida política iniciou nos movimentos comunitários e nas associações de moradores, além de ter sido quatro vezes presidente da UAMPAF em Passo Fundo.

Durante seu mandato, o vereador trabalhou para garantir a retomada das obras na Escola de Educação Infantil Parque do Sol, que estava parada desde o ano de 2013. A escola possui a capacidade de atender 200 crianças do bairro. Luizinho destacou que buscou defender ações em defesa das mulheres e foi autor dos projetos “Fundo Municipal de Amparo às Mulheres Vítimas de Violência” e “Mãe Sozinha, Mãe Solo, Mãe Solteira”.

Sobre o seu trabalho nas Comissões da Câmara de Vereadores, Luizinho afirmou que foi presidente duas vezes da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos. A comissão é responsável por discutir questões de saúde, meio ambiente, assistência social e educação. O vereador destacou que o grupo realizou visitas a lares de idosos e CRAS’s para verificar o atendimento prestado ao público.

Questionado se existe independência entre os poderes Executivo e Legislativo, Luizinho afirmou que a Câmara cumpre o seu papel de legislar, de fiscalizar e de trabalhar para melhorar a vida das pessoas. O vereador ressaltou que são poderes diferentes, mas que dependem um do outro. O vereador Luizinho Valendorf finalizou destacando que a Câmara de Vereadores é um local de grandes discussões e debates. Apesar disso, ela precisa estar mais perto da população. Afirmou que os 21 vereadores precisam estar na comunidade. Por isso, defende a ideia de que, no mínimo, uma vez por mês, seja realizada uma sessão nos bairros para que todos possam ouvir as pessoas, escutar críticas e elogios aos seus trabalhos.