UPF Parque terá investimento de R$13 milhões para construção de novos espaços
A Universidade de Passo Fundo (UPF) deu início, na última semana, aos primeiros passos para a execução da obra de ampliação e revitalização do UPF Parque. O encontro contou com a participação da equipe do UPF Parque e de profissionais de diversas áreas que atuarão na iniciativa. Financiado pela FINEP com um aporte de R$ 10 milhões e uma contrapartida de R$ 3 milhões da UPF, o projeto contempla a construção de novos espaços e a integração da comunidade, beneficiando diretamente 144 municípios da Região da Produção e do Norte do Rio Grande do Sul.
Em entrevista à Rádio Uirapuru, o gestor do Parque, Ricardo Fantinelli, destacou que o trabalho contará com a participação de engenheiros civis, arquitetos, especialistas em finanças e controle. A equipe vai atuar de forma integrada para garantir que a obra atenda a todas as normas, orçamentos, cronogramas e requisitos legais exigidos.
Ricardo comentou ainda que, ao longo dos próximos dias, algumas datas serão definidas, sendo que a previsão é de que as obras comecem entre o final de fevereiro e o início de março deste ano, com prazo de entrega de um ano. Ainda segundo o gestor, em breve, além das reformas, novos espaços e programas serão disponibilizados, e empresas poderão instalar suas áreas de pesquisa e desenvolvimento nos terrenos destinados ao projeto.
A expansão da infraestrutura disponibilizará novos espaços para empresas e outros atores do ecossistema. As instalações serão mais modernas e devem favorecer a integração e a cocriação, fortalecendo o ambiente ideal para o crescimento e desenvolvimento de negócios inovadores. Entre os novos espaços, estão um espaço maker, Arena 360, café, salas de reuniões, áreas de convivência internas e externas, foyer, espaços para startups, entre outros.
O objetivo é criar a base para um novo distrito que se torne referência em inovação aberta. Os resultados do projeto preveem a criação e reestruturação de programas, iniciativas para a geração de talentos, qualificação e experiência empreendedora para docentes e técnicos, captação de recursos, fomento e aceleração de negócios, além de ações específicas voltadas para o agronegócio, que é uma das vocações regionais.