UPF fecha 2025 com destaque nacional, avanço em rankings e expansão da inovação
O encerramento do ano letivo é marcado por balanços institucionais e projeções para o futuro nas universidades brasileiras. Em Passo Fundo, a Universidade de Passo Fundo avaliou os resultados alcançados em 2025 e apresentou perspectivas para 2026, com destaque para o desempenho acadêmico, a inserção em rankings e a ampliação de projetos ligados à inovação e ao desenvolvimento regional.
Em entrevista à Rádio Uirapuru, a reitora da Universidade de Passo Fundo, Bernadete Maria Dalmolin, afirmou que 2025 representou um período de reconhecimento nacional e internacional da instituição. Segundo ela, a UPF passou a figurar entre as melhores universidades do país em rankings de referência, como o Ranking Universitário da Folha de São Paulo, que posicionou a universidade como a sexta melhor instituição privada do Brasil e a quinta colocada em pesquisa no cenário nacional, considerando indicadores de ensino, produção científica, inovação, internacionalização e inserção no mercado.
A reitora explicou que os resultados são consequência de um trabalho de longo prazo, construído a partir do desempenho dos estudantes, da consolidação da pesquisa, da aproximação com empresas e do fortalecimento da inovação. Ela destacou que, ao longo do ano, a UPF recebeu 30 avaliações do Ministério da Educação, todas com conceitos máximos, o que, conforme ressaltou, reforça a posição da universidade no sistema de ensino superior e contribui para consolidar Passo Fundo como polo educacional no Rio Grande do Sul.
Bernadete Dalmolin também citou a expansão do Parque Científico e Tecnológico, a fase de finalização do projeto Passo Fundo Valley e a integração com o TecnoAgro, que reúne mais de 100 empresas em um ecossistema voltado à pesquisa, ao desenvolvimento e à inovação. Ela acrescentou que a universidade também obteve destaque em rankings voltados à sustentabilidade, sendo classificada entre as instituições mais sustentáveis do estado, resultado que envolve ações acadêmicas, administrativas e de serviços.
Ao tratar da relação com a comunidade, a reitora reforçou o caráter comunitário da UPF e a atuação conjunta com setores sociais, empresariais e públicos. Ela apontou o crescimento no número de matrículas em 2025 como reflexo da confiança na qualidade da formação oferecida e defendeu a importância de projetos pedagógicos estruturados, com presencialidade e acompanhamento contínuo. Sobre a proposta de uma prova nacional para formandos em medicina, Bernadete Dalmolin avaliou que o papel central do MEC deve ser o monitoramento rigoroso da qualidade dos cursos ao longo da formação, especialmente na área da saúde, garantindo que os profissionais ingressem no mercado com preparo adequado.