Trote solidário é opção para substituir a violência contra calouros neste início de ano
Já há algum tempo é polêmica a questão dos trotes aplicados em alunos que ingressam na universidade. Uma antiga tradição, esta seria a semana que os jovens que começam sua vida acadêmica em Passo Fundo iriam aparecer com os rostos pintados, ou fazendo pedágios nas ruas, para arrecadar dinheiro. Isso sem contar as diversas brincadeiras, muitas vezes, violentas que a prática permitia.
No entanto, embora os famosos trotes ainda aconteçam em muitas instituições, uma nova modalidade tem se tornado, a cada ano que passa, mais freqüente, é o trote solidário. Ele pretende substituir a forma de recepção aos novos alunos à vida universitária, o modelo solidário de integração varia em suas formas, mas o objetivo é sempre o mesmo, ajudar o próximo.
Alguns optam por doação de sangue, outros arrecadam alimentos, enfim, realizam trabalhos comunitários. Com o começo das aulas, esta semana, a Uirapuru foi às ruas para saber o que pensa disso a população.
A Universidade de Passo Fundo (UPF), fez questão de informar que há vários anos defende o trote zero. Para isso, realiza no início de cada semestre a Recepção Acalourada.
A programação conta com atividades especiais para propiciar o acolhimento dos novos alunos, bem como a integração entre os calouros e veteranos. No dia 26, terça-feira, a instituição realiza uma programação especial com os calouros. Durante os dias 25, 26 e 27, haverá um espaço institucional da UPF em frente ao Centro de Convivência, no Campus I, distribuindo mapas do campus e sanando possíveis dúvidas dos alunos.
Na IMED para marcar o primeiro semestre dos alunos que retornaram de férias e os que estão ingressando na faculdade, a instituição promoverá atividades especiais e programação cultural através do Integra IMED.