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Polícia

TJ mantém decisão que tranca ação penal no caso Jacir Potrich

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru

O Ministério Público recorreu da decisão da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul que trancou a ação penal no caso Jacir Potrich. O agravo interno para rediscutir a matéria no próprio TJ/RS foi julgado na tarde desta quarta-feira, 11.

A decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul foi mantida no sentido de trancar a ação penal.

O Promotor de Justiça da Comarca de Encantado, André Prediger, explicou que ainda cabe um recurso especial. “A partir de agora o Procurador de Justiça (MP junto ao Tribunal) pode ingressar com recurso especial, o que provavelmente acontecerá” disse o Promotor.

No dia 28 de agosto a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul concedeu ordem de habeas corpus a favor de Carlos Patussi, dentista acusado de ter matado e ocultado o cadáver do gerente do Sicredi de Anta Gorda, Jacir Potrich.

De acordo com o advogado de Carlos Patussi, Paulo Olímpio Gomes de Souza a decisão do TJ/RS se deu em virtude do entendimento de não haver justa causa para que continue tramitando.

Falando a Uirapuru o promotor de justiça André Prediger disse no dia 3 de setembro que o trancamento de ação penal durante o seu trâmite não é algo trivial ou comum, mas está previsto na lei processual penal, e pode acontecer.

Na oportunidade o promotor esclareceu que até que não haja modificação da decisão pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em recursos impetrados pelo MP e pela assistência à acusação (família da vítima), não há mais investigação formal ou processo criminal contra o réu Carlos Patussi.