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Geral

Telefonista: profissão que exige atenção e paciência para atender quem está do outro lado da linha

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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Hoje, 29 de julho, é o Dia da Telefonista, e para homenagear a classe a Uirapuru conversou com algumas profissionais do Hospital São Vicente de Paulo, que diariamente recebem milhares de ligações. A chefe das telefonistas, Nelci Klein, foi a primeira telefonista do hospital, onde permanece trabalhando há mais de 30 anos. 

Ela conta que no início os trabalhos da Central Telefônica do hospital funcionavam junto com a sala das Informações Médicas, porém, com o decorrer do tempo, devido ao grande número de ligações, as telefonistas passaram a trabalhar numa sala reservada. Segundo Nelci, antigamente elas dependiam da ajuda da telefonista da Companhia Riograndense de Telefonia (CRT) para efetuar as ligações, até mesmo para a compra de medicamentos.
Hoje, com a evolução tecnológica, o trabalho é desenvolvido com agilidade e com o auxílio do computador. Como elas também representam a imagem do hospital, Nelci salienta que é fundamental ter habilidade para saber ouvir e dar a atenção devida, pois, muitas vezes, as pessoas que ligam estão extremamente nervosas e precisam até mesmo de uma palavra de conforto e afago. Como dica, Nelci destaca que uma boa telefonista deve ter atenção, paciência para fazer um bom trabalho, gostar do que faz, estar sempre de bem com a vida, para conseguir transmitir aquilo que a pessoa está em busca.
Conforme Nelci, hoje, o Hospital São Vicente de Paulo conta com sete telefonistas, sendo que o tempo delas de dedicação a instituição varia de 15 a 33 anos de trabalho. Ela acredita que o número de ligações recebidas ultrapasse a 2 mil a cada um dos três turnos, perfazendo uma média de 20 mil ao mês.