Tabagismo: do glamour ao brega
Ontem, dia 29, foi o Dia Nacional de Combate ao Fumo, data em que o hábito de fumar foi discutido. O psiquiatra, Érico Hecktheuer, lembra que antigamente fumar cigarro era moda e se passava a ideia de que era chique tragar um cigarro, principalmente quando se era muito jovem, pois indicava que a pessoa já era adulta. Essa cultura era muito fomentada pelos filmes, novelas e propagandas com galãs, tornando o cigarro como um item indispensável.
Ao longo do tempo foi se comprovando os malefícios do tabaco, surgindo doenças cardíacas e pulmonares, além do câncer. Hecktheuer lembra que a partir disso, se começou uma campanha que acabou culminando na proibição das propagandas de cigarros. Com isso, reduziu o consumo, sendo que anos atrás, 40% da população brasileira fumava e hoje esse índice atinge 20%.
Ele também aponta que a medida proibindo fumar em locais públicos e ambientes fechados também contribuiu para a redução de fumantes, inclusive respeitando os não-fumantes.
Segundo Hecktheuer, a nicotina é estimulante, por isso é complicado para quem quer deixar de fumar. Mas hoje em dia, ele vê como positivo os programas que ajudam as pessoas a largarem o cigarro, através de orientações, medicamentos, uso de adesivos e outras estratégias que podem ajudar na hora de parar de fumar.
Segundo Hecktheuer, a nicotina é estimulante, por isso é complicado para quem quer deixar de fumar. Mas hoje em dia, ele vê como positivo os programas que ajudam as pessoas a largarem o cigarro, através de orientações, medicamentos, uso de adesivos e outras estratégias que podem ajudar na hora de parar de fumar.
O psiquiatra diz que não se tem um remédio milagroso que elimine a falta de cigarro, mas, felizmente há consciência de que o tabaco faz mal à saúde.