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Política

Solidariedade não deverá lançar candidato próprio a Assembleia no município

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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Disputado por pelo menos seis partidos para compor uma coligação nas eleições desse ano, o Solidariedade realizou ontem em Passo Fundo um encontro para debater as alternativas para o pleito.

 

A sigla, criada em outubro de 2013, está sendo assediada por partidos tradicionais como PMDB, PDT, PSB, DEM, PSDB, PP e PT. O deputado estadual Cassiá Carpes é o nome mais forte do partido e tem sido cogitado para concorrer como vice-governador em alianças políticas. Em entrevista a Rádio Uirapuru citou que o momento é de negociação e avaliação.

 

Diz que por ser deputado, é um candidato natural a reeleição à Assembleia. No entanto, pontuou que está disposto a representar o Solidariedade numa chapa ao Palácio Piratini.

 

Colocou o PT, do governador Tarso,  como único partido fora de qualquer chance de coligação. Justifica essa postura elencando os problemas que o estado vem atravessando em setores como segurança pública e saúde, por exemplo, para afastar uma possibilidade de aliança. O caminho mais provável no momento é uma composição com a senadora gaúcha Ana Amélia Lemos, que é pré-candidata ao governo pelo PP. 

 

O presidente do Solidariedade, Claudio Janta, destaca que o partido está em uma crescente e que será protagonista na eleição desse ano, por ser uma novidade e apresentar propostas que privilegiam o trabalhismo e a recuperação da economia no Rio Grande do Sul.

 

Com relação a candidaturas próprias no município, o vereador Paulo Pontual antecipou que a princípio nem ele, nem o vereador Renato Tiecher, irão ser candidatos a uma vaga na Assembleia Legislativa. Cita que a meta é fortalecer a sigla, apoiando a candidatura do partido a Câmara Federal, através do pré-candidato Claudio Janta, atual vereador em Porto Alegre.