Sindicato dos enfermeiros luta para que presidenta vete projeto do ato médico
Já o Sindicato dos Enfermeiros do Rio Grande do Sul (Sergs), que representa 20 mil enfermeiros em todo o Estado, sempre se manifestou contrário ao Ato Médico por entender que ele representa o retrocesso a um modelo falido de atenção à saúde, centrado no atendimento médico, individual e centralizado em hospitais.
Para a presidenta do Sergs, Nelci Dias, ele não encontra respaldo nem mesmo nos organismos internacionais de saúde, nem na legislação brasileira, que sempre defenderam conceitos ampliados de saúde e de cuidados.
Nelci acrescenta que a discussão em torno do tema envolve todos os profissionais da área e que a luta tem de ser a favor de ações de saúde que possam tornar o atendimento mais democrático, amplo e eficaz.
Ela ressalta que os enfermeiros podem receitar remédios, realizar partos e determinados atendimentos. Por isso, a categoria batalha, agora, para que a presidente Dilma Rouseff vete o projeto.