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Geral

Sem Segredo: Lei de Proteção aos Dados é avanço, mas não acaba com todos os problemas nas redes

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru

As mensagens que você troca no WhatsApp e as postagens que você faz nas redes sociais podem ter repercussão além do imaginado.

O avanço das redes sociais e o crescimento do acesso fez com que nos últimos anos as pessoas acabassem expondo suas vidas e seu dia a dia de uma forma que nem elas imaginam. O Brasil passou a fazer parte dos países que contam com uma legislação específica para proteção de dados e da privacidade dos seus cidadãos.

Por isso, o programa Sem Segredo do último sábado (26) abordou a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais e a dependência cada vez maior das pessoas no uso desta tecnologia. A pergunta do programa foi quanto tempo os ouvintes passam nas redes sociais.

Participaram do programa o líder do InovaEdu – Laboratório de Ciência e Inovação para a Educação da Fundação IMED, Amilton Rodrigo de Quadros Martin, a advogada e consultora de proteção de dados, Gabriela Totti, e a professora do curso de Psicologia da UPF, Livia Garcez.

A maioria dos ouvintes afirmou usar redes sociais e também falou sobre o tempo que a maioria dos jovens perde usando as redes sociais. Segundo a advogada e consultora de proteção de dados, Gabriela Totti, a Lei de Proteção de Dados vem justamente para regular os usos dos dados pessoais tanto por empresas, quanto pela própria administração pública.

Ela explicou que agora todas as organizações que pretendem usar os dados pessoais terão que observar todas as exigências que a legislação prevê. Para a advogada, a lei é um avanço que temos, mas no entanto ela não consegue abranger todos os problemas. Conforme Gabriela, a lei exige um maior controle e transparência nos usos de dados dos usuários.

Ouça o que disse a advogada e consultora de proteção de dados, Gabriela Totti:

O líder do InovaEdu – Laboratório de Ciência e Inovação para a Educação da Fundação IMED, Amilton Rodrigo de Quadros Martin, explicou que o fenômeno das redes sociais sofreu uma explosão nos últimos 10 anos. Disse que esse fenômeno é mais social do que tecnológico exemplificou que, quando uma pessoa participa da rede social, expõe sua vida e faz com que as pessoas se sintam conectadas, parecendo que estão fisicamente ligadas e isso é um perigo.

Para Amilton, existe um exagero, principalmente entre as gerações mais novas. O líder também alertou as pessoas quanto as fake news e a importância de buscar informações em sites confiáveis antes de compartilhar algo.

Ouça o que disse o líder do InovaEdu, Amilton Rodrigo de Quadros Martin: