Sem Segredo: estamos sendo cada vez mais vigiados por câmeras, em todos os lugares. Qual é o limite?
Uma mudança na sociedade moderna está cada vez mais presente na vida de todos nós e gerando inúmeras opiniões controversas sobre sua real utilidade.
A tecnologia da informação e da vigilância evoluiu a tal ponto que atualmente todos vivemos em pequenos Big Brothers.São raros os momentos em que não somos vigiados. Seja andando pelas ruas, quando fazemos compras em lojas e supermercados ou no ambiente de trabalho, somos inúmeras vezes alvo do olhar indiscreto das câmeras de vigilância.
Com os modernos aparelhos de telefonia celular, nos tornamos também vigias. É, segundo especialistas, a vigilância reversa, onde o indivíduo tem o poder de flagrar e registrar diversos tipos de situações, seja envolvendo anônimos, celebridades, políticos, e até o atendimento prestados por governos e empresas privadas.
Esse será o tema do programa Sem Segredo deste sábado. Até que ponto essa vigilância permanente é benéfica?Nas empresas, qual o limite que se tem ao vigiar a produção, a segurança do patrimônio e o seu próprio colaborador, se ele realmente está trabalhando bem ou fazendo de conta? Isso é correto ou se configura em invasão de privacidade? Nas ruas já vivemos esse Big Brother da vida real, como lidar com esse cenário? E nós, quando passamos a ser os vigias, estamos agindo de forma correta?
Participe pelos telefones 21041615, 21041616, 30454022, 30455022, pelo torpedo 91629923 e pelo WhatsApp 91629943. No estúdio participam Roberto Stivalett, diretor da CDL e o advogado Júlio Ramos. O Sem Segredo começa às 9h30min na apresentação de Ronaldo Rosa.