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Geral

Sem Segredo: Conflito de gerações no mercado de trabalho deve ser entendido como um processo de transformação

Públicado em Por RD Uirapuru / Zulmara Colussi

Um dos desafios das organizações modernas e que priorizam a diversidade é o conflito de gerações no trabalho. O contexto em que as pessoas viveram a maior parte de suas vidas influencia comportamentos e decisões, que podem entrar em choque no dia a dia, com gerações mais jovens que tem outra percepção do trabalho. O tema foi pauta do Sem Segredo de sábado que recebeu a publicitária Beatriz Fragomeni e a professora de Administração da Atitus Juliane Ruffatto.
As duas concordam que as empresas precisam se adptar a nova realidade, sob pena de não conseguirem preencher suas vagas. Neste contexto, a professora Juliane disse que os jovens da chamada Geração Z são imediatistas, tem dificuldade de interação no ambiente de trabalho com gerações anteriores a sua, como a baby boomers. Também são os primeiros a enxergar a importância de conciliar vida pessoal e profissional e, muitas vezes, tem no trabalho a transitoriedade, porque não ficam muito tempo no mesmo lugar.
Para a professora Juliane, não está correto afirmar que os jovens não querem trabalhar. O que está faltando é alinhamento de valores entre a geração Z e as empresas, como explica a professora:

 

A publicitária Beatriz Fragomeni defende que os gestores, na sua grande maioria da geração baby boomers precisam entender a geração Z e acolher estes trabalhadores para que eles conheçam a corporação como um todo e não só a função que vão desempenhar. Comentou que o grau de responsabilidade da família é grande no preparo de seus filhos para o mercado de trabalho, mas também difícil dada as novas configurações familiares. No entendimento de Beatriz, para qualquer geração, fazer o que gosta e desempenhar as suas habilidades é o principal para progredir no mercado de trabalho: