Seguro desemprego lidera lista de gastos do governo: em Passo Fundo índice corresponde a 35%dos desligamentos
O ano de 2013 fechou com níveis preocupantes em relação ao seguro desemprego. Encaminhado pelo trabalhador, quando perde seu emprego, o seguro é pago em até 5 parcelas pelo governo. Os encargos com previdência e amparo ao trabalhador superaram as previsões oficiais e lideraram a escalada dos gastos do governo federal em 2013. O maior estouro nas estimativas aconteceu no seguro-desemprego, cujos benefícios estavam orçados em R$ 23,2 bilhões no início do ano passado.
Somados aos gastos do abono salarial, os programas de proteção ao trabalhador chegaram aos R$ 48 bilhões. Em Passo Fundo, conforme o responsável pela agencia do SINE, Adelar Soares, 2013 fechou com 1100 seguros encaminhados. O número corresponde a 35% dos desligamentos, sendo que o restante é reintegrado em outro setor ou empresa, descartando o seguro. Para Adelar o número está dentro do normal, sendo que aqui o setor que mais emprega é o de serviços e industria.
Conforme ele hoje está em vigor a lei que obriga os trabalhadores, que acionaram o seguro pela 2ª vez em dez anos, a participarem de cursos profissionalizantes do Pronatec, qualificando e ampliando suas chances de retornar ao mercado de trabalho gratuitamente.
Para maiores informações sobre vagas de trabalho e encaminhamentos de seguros o ouvinte pode ligar diretamente no Sine através do telefone 3313-2733.