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Trânsito

Representante dos caminhoneiros na cidade alerta que categoria quer negociar, mas situação é inviável e muitos estão parando

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru

O maior protesto dos caminhoneiros já feito no Brasil ocorreu há um ano, mas, passado este tempo a categoria segue cobrando mudanças e falando em uma situação insustentável. A Uirapuru conversou na tarde de ontem (20) com o representante da categoria na cidade, o caminhoneiro Ângelo Alérico.

Na Uirapuru, Alérico explicou que em um primeiro momento, logo após o fim da greve em 2018, a situação melhorou, mas devido a falta de fiscalização na lei 13.703, desde o final do ano o cenário piorou em relação ao ano passado.

Conforme ele, o preço do Diesel é o maior vilão para o caminhoneiro, mas a tabela do frete defasada contribui para que cada vez mais caminhoneiros optem por simplesmente ficar em casa a sair tendo prejuízo.

Alérico Destacou que, há um ano, para determinado percurso, o frete estava em R$ 85 a tonelada. Agora o mesmo trecho está pagando R$ 65 e com preço do Diesel maior. Explicou que é preciso diálogo, seja com os produtores que não querem uma nova tabela de frete ou com o governo, que oferece medidas sem resolução definitiva, trazendo como exemplo o cartão caminhoneiro, que no entendimento do Alérico não é uma opção viável.