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Geral

Reforma política e fiscalização são soluções apontadas pelos passo-fundenses para o combate a corrupção

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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O País está vivendo um grave momento político, os escândalos de corrupção assolam os governos em todas as esferas. Não se pode nem evidenciar um partido específico, porque a maioria se encontra envolvido em falcatruas e negociatas. A troca de cargos por favores, a prática de sempre levar vantagem são as máximas que regem o cenário político.

 

O que reflete em entreves ao crescimento do Brasil. Por isso o Sem Segredo quer saber: a presidenta Dilma Rousseff, que irá assumir em 2015, deve manter alianças políticas questionáveis, para que possa governar, ou deve romper com os partidos e buscar o apoio do povo? Em muitos países, existe um maior respeito com o bem coletivo, a projetos que beneficiam a população.

 

O que fazer para que isso aconteça também no País? Participando no estúdio da Rádio Uirapuru, Alberto Poltronieri e Rene Cecconello. Para Cecconello a solução não é extinguir a aliança com os partidos políticos, mas sim criar mecanismos que combatam a corrupção, como já vem sendo feito, a partir de instrumentos dados a Polícia Federal e ao Ministério Público, como a delação premiada, por exemplo, além de se criar novas medidas, como as sugeridas em campanha pela presidenta Dilma.

 

Já Poltronieri ressaltou que o País hoje se encontra no fundo do poço, com a proliferação da corrupção, com o desgoverno e falta de sentido patriótico, dos políticos e do povo. Em que a barganha ganha mais espaço do que o bem comum. Para ela uma reforma política é urgente e deve ser uma das primeiras ações dos governos que assumem em 2015.

 

Ele sugere a criação, inclusive, de um movimento nacional anticorrupção. Os ouvintes, em sua maioria, afirmaram que a presidenta deve governar para o povo. Mas que infelizmente não há hoje, como romper com as alianças. No entanto deve-se primar pelos interesses do coletivo, fiscalizando de perto as ações dos políticos.