Skip to content

Geral

Protocolo exige sacrifício de animais com teste positivo para o mormo

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
Imagem não disponível

Desde que foi diagnosticada, pela primeira vez no Estado, a doença do Mormo motivou o cancelamento da maioria dos eventos tradicionalistas e colocou muitas cidades em alerta. Isso porque ao todo nove animais tiveram diagnóstico positivo para a doença em solo gaúcho, todos com ordem de sacrifício e isolamento das propriedades rurais.

 

Na última semana uma ação judicial, movida por vereadores de Alegrete, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, impediu que dois cavalos com suspeita de mormo  fossem sacrificados, ao menos enquanto não forem realizados novos exames para comprovar a efetividade da doença. No caso de Alegrete, a decisão da Justiça é válida até que análises mais específicas sejam realizadas para confirmar que os equinos têm mesmo o mal.

 

O fiscal estadual agropecuário e médico veterinário, Gustavo Oliveira, explicou que a determinação para o sacrifício do animal faz parte de um protocolo federal e que deve ser seguido para conter o avanço da doença.

 

Destacou que o surgimento da doença pede atenção máxima, pois as ocorrências estão sendo cada vez mais frequentes. Quem tiver um animal e suspeitar da doença, devido aos sintomas, que se assemelham aos de uma gripe equina, deve procurar atendimento veterinário e comunicar a inspetoria veterinária imediatamente.