Projeto de asfaltamento da Transbrasiliana está atrasado e execução da obra deverá custar R$ 300 milhões
Durante um encontro virtual nesta semana, o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), general Antônio Santos Filho, fez uma atualização aos diretores da Associação Comercial, Industrial, de Serviços e Agronegócio (Acisa) de Passo Fundo sobre o asfaltamento do trecho de 68km da BR-153, a Transbrasiliana, entre Passo Fundo e Erechim.
Segundo o diretor do DNIT, o governo federal tem conhecimento da importância da rodovia para a geração de emprego e renda da região e para o escoamento da produção e sinalizou que existe o interesse na execução do asfaltamento do trecho. O projeto de infraestrutura está em andamento pela empresa contratada e a previsão é de que seja concluído até o final de 2022.
Conforme o o presidente da Acisa, Cássio Gonçalves, esse é um assunto que vem sendo bastante debatido e discutido ao longo dos últimos 50 anos. O presidente lembra que são apenas 68 km da rodovia que faltam ser pavimentados e que vão facilitar o transporte e a escoação de grãos, fertilizantes e a produção agrícola como um todo. Além disso, o asfaltamento desafogaria o trânsito da ERS-135 e passaria a ser mais uma conexão entre Passo Fundo e Erechim.
De acordo com Gonçalves, após a finalização do projeto, que está atrasado, iniciará um novo desafio que é a execução das obras, que, de acordo com o diretor do DNIT, está estimada em R$ 300 milhões. Ele pontuou que o governo federal passa por uma questão orçamentária crítica e que será necessário concentrar esforços e trabalhar em conjunto para buscar alternativas junto aos parlamentares para a falta de recursos.