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Cidade

Programa PAC distorcido: laranjinhas estão em áreas que necessitam de qualificação

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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Durante reunião da Comissão de Bem Estar Social da Câmara de vereadores, os parlamentares analisaram mudanças que estão sendo propostas no Programa Apoiar e Comprometer (PAC). Criado no governo Osvaldo Gomes há cerca de 10 anos, é um dos programas mais queridos da população e auxilia 164 famílias carentes. Os trabalhadores do PAC recebem um auxílio mensal de R$ 372 reais, além de uma cesta básica de alimentos.

No entanto, por apontamento do Tribunal de Constas do Estado (TCE-RS) é necessária uma adequação para que continue funcionando. De acordo com a vereadora Claudia Furlaneto, atualmente 30 dos beneficiados pelo PAC – “os conhecidos laranjinhas”, estão desempenhando funções que exigem maior qualificação.

Cita que nas três casas de acolhimento institucional, da SEMCAS, atuam como monitores de pessoas que estão em vulnerabilidade social. Sabe-se que os integrantes do PAC também são pessoas em dificuldades e que entram no programa para conseguir se sustentar. Para isso, geralmente desempenham funções de serviços gerais.

A vereadora diz que será proposta emenda ao projeto que regulamenta o PAC definindo as áreas que os laranjinhas poderão atuar. Cláudia cita ainda que o município poderia chamar aprovados em concurso público para desempenhar a função de monitores nas Casas de Acolhimento.