Programa apoiar e comprometer: 1.100 pessoas esperando por uma vaga em Passo Fundo
Oferecer uma chance de profissionalização e a oportunidade no mercado de trabalho. Esse é o papel do Programa Apoiar e Comprometer da Prefeitura de Passo Fundo. Criado em 2005, foi transformado em lei municipal em 2013, e é coordenado através da secretaria de Assistência Social (Semcas).
A prefeitura oferece 110 vagas, com direito a auxilio financeiro de 80% do salário mínimo (R$ 798,00) e uma sacola econômica de R$ 200 aos beneficiários. Em tempos onde conseguir um emprego na iniciativa privada está muito difícil, muitas pessoas vão até a Semcas na esperança de serem inseridas no PAC.
Conforme dados da secretaria, estão na fila de espera por uma vaga 1.100 pessoas. Como todas as vagas estão ocupadas, o chamamento de novos integrantes ocorre de acordo com o vencimento do prazo máximo de permanência no PAC, que é de 24 meses. A medida que esse prazo vai encerrando, novas pessoas são chamadas.
O secretário Wilson Lill explica que as regras para acessar o programa são as mesmas do Cadastro Único, que exige entre outros requisitos, renda máxima de ¼ do salário mínimo (R$ 250), estar desempregado, ter filhos menores de 18 anos sob sua responsabilidade.
Segundo Lill, diferente do Programa Bolsa Família, o PAC tem um prazo limite para a permanência e a finalidade de ajudar na emancipação das famílias passo-fundenses em situação de vulnerabilidade social.