Presente na Expointer 2022, a UPF, em parceria com o Sindilat, está no Recanto das Terneiras
Buscando ser um espaço para todos os públicos, a Universidade de Passo Fundo (UPF) está presente na Expointer 2022. Em parceria com o Sindicato das Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat), a Instituição está no Recanto das Terneiras, um espaço voltado para o conhecimento e para levar informações importantes sobre o leite. Desde a abertura, no sábado, 27 de agosto, o local já recebeu diversas pessoas, incluindo dezenas de crianças que puderam responder à pergunta: de onde vem o leite?
Andrei Agnes, médico veterinário residente do Hospital Veterinário da UPF, é um dos membros da equipe que atua no Recanto. Ele conta que ao longo dos dias de feira, serão responsáveis pelo cuidando dos animais, que incluem a alimentação, manejo, limpeza e observação de qualquer alteração nas novilhas. Com as crianças, eles repassam orientações sobre higiene e explicam como funciona a produção do leite, desde a propriedade, até passar pelos cuidados para ser um alimento nutricional, e chegar no consumidor.
“Muitas crianças dessa idade que vêm aqui nunca viram um animal e elas dizem que o leite vem da caixinha. Então, aqui a gente tenta explicar para elas todo o caminho, para que elas consigam entender e visualizar de onde ele vem de verdade”, ressaltou, comentado que conta com a ajuda de dois estagiários do curso de Medicina Veterinária.
De acordo com Darlan Palharini, do Sindlitat, a parceria da UPF com o Sindicato existe há anos e nessa ação, especificamente, o objetivo é oferecer um espaço na Expointer também para as crianças. Somando esforços e unindo a prática com a teoria, a parceria vai mostrar, ao longo de toda a Feira, toda a produção do leite, desde o tambo até o mercado.
“Elas estão vendo toda a atividade leiteira, para ter a noção que aquela caixinha que chega na casa dela tem todo um processo, uma série de pessoas e de cuidados. Entendo que essas iniciativas são necessárias para o agro de maneira geral. Um projeto que permite que as questões que envolvem o leite possam chegar a cada vez mais pessoas. Notamos que existe essa necessidade de esclarecimento e nada melhor do que unir a experiência dos produtores, com o conhecimento técnico da Universidade, por meio de seus estudantes e professores”, pontua Darlan, destacando que a ideia é expandir para outras regiões.