Preparador Paulo Paixão lamenta morte do filho no acidente com a Chapecoense
Entre os mortos na tragédia do chapecoense está o preparador físico da Chapecoense, Anderson Paixão. O pai também preparador Paulo Paixão lamentou a tragédia que matou 76 passageiros na Colômbia.
— O momento é realmente muito difícil. Quis o bom Deus que essa situação mais uma vez viesse, já que nós, em 2002, também perdemos o Alessandro e chegamos à Copa. Acho que esse era o nosso destino, não tenho nada a reclamar do meu bom Deus por tudo o que Ele me deu, agradecer por mais um dia de vida e, infelizmente, dar os pêsames às demais famílias, por hoje, por aqueles que partiram.
Paulo Paixão afirmou que Anderson vivia um “momento mágico” na Chapecoense. O preparador físico morto no acidente desta terça-feira trabalhava no clube de Santa Catarina há quase cinco anos e iniciou a passagem no local quando o time ainda disputava a série C. Anderson também vinha atuando como preparador da Seleção Brasileira, com os técnicos Dunga e Tite.
Paulo Paixão recordou a perda do outro filho, o psicólogo Alessandro Paixão, em 2002, morto por um ataque cardíaco após um jogo do Grêmio em Portugal.
Anderson deixa dois filhos, um de 10 anos e outro de nove — completos nesta terça-feira.
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