Prendas e peões do DT Juvenil realizam atividades de voluntariado em escolas
Durante a rotina agitada das invernadas do Departamento Tradicionalista do Clube Recreativo Juvenil de Passo Fundo (DTJ) durante os festejos farroupilha, peões e prendas conseguem encontrar tempo entre uma apresentação e outra para difundir conhecimento. É que durante todo o mês de setembro, o grupo desenvolveu e aplicou oficinas em escolas de Passo Fundo, através de trabalhos voluntários com os alunos.
Além das atividades promovidas por seus peões de crachá e prendas de faixa, que já são marca registrada de envolvimento do DTJ e de outras entidades, neste ano uma iniciativa voluntária busca envolver os integrantes do departamento como um todo. A ação “Não é preciso faixa ou Crachá para ser peão e prenda já!” permite o amplo aprendizado da cultura gaúcha nas mais diferentes frentes. A temática do voluntariado assumida coletivamente dentro do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG) coloca a disposição da sociedade em geral o desenvolvimento do tradicionalismo.
Neste contexto, as prendas Amanda Becker, 15 anos, Bárbara Vitória Spannenberg, 10 anos e Pietra Palma Spannenberg, 9 anos, realizaram nesta semana, diversas oficinas e apresentações de danças, poesia e música em escolas de Passo Fundo. Entre as instituições de ensino que receberam o grupo, estão a Escola Ciranda Cirandinha e a Escola Municipal de Ensino Fundamental Dyógenes Martins. A ação simboliza fortalecimento prático do voluntariado dentro da sociedade através das entidades tradicionalistas.
Para Alexandre da Rosa Vieira, integrante do DTJ e supervisor da iniciativa, o sentimento de orgulho ressalta a força do tradicionalismo como difusor de conhecimento. “Tenho certeza que a iniciativa cativará com certeza a todos e provocará os acomodados a se lançarem para o verdadeiro desafio farroupilha, o de fazer um mundo melhor pelas mãos dos gaúchos” explica.
As escolas receberam as atividades de forma bastante positiva, pois proporcionam e estimulam o desenvolvimento humano. Para o DT Juvenil, construir cultura como jovem tradicionalista é um compromisso de transmissão do conhecimento adquirido e nossos integrantes entendem esta necessidade. Por conta isso, independente de ostentar um título dentro do movimento, eles mantém, acima de tudo, a consciência de cidadão.