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Política

Prefeito Luciano na Uirapuru: a administração vai fazer a diferença sem fazer loucuras com dinheiro público

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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Participando do Repórter do Povo e a Municipalidade, do
último sábado, o prefeito Luciano Azevedo traçou um, verdadeiro, panorama dos
primeiros 7 meses de sua administração. Detalhando cada área e secretaria o
prefeito também respondeu dúvidas da população que chegavam através de
torpedos, telefones e e-mails aqui na Rádio Uirapuru. Garantindo que sua gestão
vai fazer diferente, mas reforçando que a Prefeitura não vai fazer loucuras com
o dinheiro público. Sobre a saúde, fez questão de anunciar a descentralização
da entrega de medicamentos e a inclusão de novos medicamentos na lista dos
distribuídos pelo município.

 Explicou que ainda
neste mês vai anunciar uma grande novidade sobre os exames e seus prazos.
Agradeceu o apoio do deputado Beto Albuquerque, que contribuiu com R$ 300 mil
para compra de um Raio –X e de um mamógrafo e digitalizador de imagem.Ainda
sobre saúde, anunciou a construção de uma UPA, em área a ser definida que irá
atender a 15 mil pessoas por mês e 180 mil por ano. Frisando que em breve fará
o anuncio do local onde a unidade será construída.

 Já sobre a caótica
situação, enfrentada diariamente pelo Hospital Beneficente Dr. César Santos,
ele informou que está em tratativas com o governo do estado para dar um novo
rumo ao Municipal. A educação também entrou em debate durante a entrevista e o
prefeito voltou a afirmar que ainda neste ano mil novas vagas serão criadas e
cerca de seis novas escolas estão sendo construídas. Além disso, novos
uniformes estão em fase final de conclusão.

 Outro assunto
discutido foi à falta de área de expansão das indústrias e a especulação
imobiliária, que dificulta a compra de terrenos na cidade. O prefeito falou que
tem trabalhado essa questão e que, infelizmente, atualmente a escassez de áreas
é um fato. Sobre o setor ressaltou que tem 49 empresas solicitando área, por
parte da prefeitura no momento. Ele também destacou que tem feito muito para a
vinda e permanência de indústrias na cidade. Ainda falando sobre
desenvolvimento, Luciano registrou que a Secretaria de Obras, tem feito tudo
que foi combinado e cumprido bem a sua missão. Ele lembrou que até o momento R$
7 milhões já foram investidos em pavimentação e que até o final de seu mandato,
300 mil metros quadrados de pavimentação asfáltica serão realizadas nas ruas de
Passo Fundo. Ele fez também um importante anúncio de que irá lançar edital, no
início do mês de outubro, convidando empresas, que se interessem, a gerir o
Ginásio do Teixeirinha.

 Já sobre o polêmico
tema das ocupações, que proliferam em diversos locais do município. O prefeito
mais uma vez garantiu que a postura da Prefeitura é de não negociar com novas
ocupações, até porque a maioria das áreas ocupadas pertence a particulares. Mas
reforçou que muitos avanços foram feitos no que se refere à regularização de
moradias. Segundo explica, em 7 meses já contrataram a construção de 650
moradias populares e mais novidades estão para acontecer.

 Ouvintes questionaram
o chefe do executivo sobre o estacionamento da Vera Cruz, retirado devido às
obras do Anel Viário do BID. Ele informou que essas obras foram contratadas em
2006 e que a Prefeitura tem que executar o que foi acordado. Mas diz que
representantes da instituição devem vir até a cidade para quem sabe achar uma
alternativa para a questão… JORNALISMO LUCIANO1 Durante o programa muitos
ouvintes questionaram o prefeito a respeito do problema, que a cada dia se
agrava, da proliferação de animais de rua. Luciano revelou que a Receita
Federal doou um veículo e que a prefeitura já está de posse, inclusive, da
documentação. O carro será usado para criar uma unidade de castração móvel.

Finalizando, o chefe do executivo esclareceu dúvidas a
respeito do concurso para monitores da Codepas. Ele declarou que um estudo está
sendo feito, para que as contratações se forem feitas, não impactem na folha de
pagamentos do município. Pois segundo ressalta, quando assumiu a administração
a folha comprometia 55% da renda do município, o que não é permitido por lei.  Acompanhe a entrevista na íntegra