Ponto e Contraponto: Audiência pública sobre serviços da Corsan mobiliza moradores e vereadores em Passo Fundo
Projetos em discussão, audiências públicas e debates sobre temas nacionais marcaram a sessão da Câmara de Vereadores de Passo Fundo nesta quarta-feira. O assunto foi destaque no quadro Ponto e Contraponto, da Rádio Uirapuru, com participação do repórter Kleiton Vasconcellos.
Durante o programa, Cleiton informou que dois projetos previstos para votação foram retirados da pauta e voltarão a ser analisados posteriormente. Em contrapartida, os vereadores aprovaram por unanimidade uma moção de apoio aos motoristas de aplicativo em relação ao projeto federal que trata da regulamentação da categoria. Segundo o repórter, o documento será encaminhado ao Congresso Nacional e aos ministérios ligados ao tema, manifestando o posicionamento do Legislativo de Passo Fundo.
Outro assunto abordado foi o projeto de lei apresentado pelo vereador Gil Krug, que propõe diretrizes para utilização de instrumentos de menor poder ofensivo pelos agentes de trânsito do município. Conforme explicado durante o quadro, o texto ainda não especifica quais equipamentos poderão ser utilizados, mas itens como teaser e gás de pimenta já aparecem entre os dispositivos debatidos. O projeto ainda seguirá tramitação antes de eventual implantação.
Cleiton Vasconcelos também destacou a audiência pública realizada para discutir os serviços da Corsan/Aegea em Passo Fundo. O encontro contou com participação da comunidade, vereadores e representantes da concessionária. Conforme relatado, moradores apresentaram reclamações relacionadas ao abastecimento e obras na cidade, enquanto representantes da empresa responderam aos questionamentos e apresentaram explicações sobre os serviços executados. O vereador Iriel Sachet, proponente da audiência, chegou a mencionar a possibilidade de abertura de uma CPI caso os problemas persistam.
Além disso, o repórter antecipou que a Câmara promoverá, na próxima segunda-feira, uma audiência pública sobre o fim da escala 6×1. O debate deverá reunir representantes do Ministério do Trabalho, Justiça do Trabalho e comunidade para discutir impactos e esclarecer dúvidas sobre diferentes modelos de jornada.
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