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Polícia

Polícia não descarta acidente de trânsito como motivo da morte de jovem no Santa Marta

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru

A Polícia Civil através da Delegacia de Homicídio e Proteção a Pessoa informou na tarde desta segunda-feira, que investiga as circunstâncias da morte do jovem Bruno dos Santos da Costa, de 24 anos. Até então, o caso tem sido tratado como um homicídio, porém um acidente de trânsito não está descartado.

A reportagem policial da Rádio Uirapuru conversou com uma testemunha do fato na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento na manhã do sábado, 18, data em que Bruno morreu. De acordo com a testemunha, o jovem e mais dois amigos teriam passado a noite em uma boate no centro da cidade e no amanhecer teriam deixado o local em duas motocicletas. Após circular pelo centro da cidade, eles se dirigiam para casa, quando em determinado momento se dispersaram na Rua Miguelzinho Lima. Dando conta da falta de Bruno, que pilotava uma Honda Falcon, os dois jovens que o acompanhavam retornaram e encontraram a vítima caída de bruços ao lado da motocicleta que estava bastante danificada.

Conforme a testemunha, o Samu foi acionado e socorreu Bruno dos Santos da Costa que foi levado para a emergência do Hospital São Vicente de Paulo, onde o médico que atendeu o jovem informou que havia um possível ferimento por arma de fogo.

O caso passou a ser tratado como um homicídio, porém a possibilidade de que ele tenha sofrido um acidente motivou a solicitação de perícias para esclarecer o fato. A delegada Daniela de Oliveira Mineto, titular da DHPP confirmou a informação. “Solicitamos perícias para confirmar a origem do ferimento” disse a delegada.

Somente com o resultado das perícias que foram solicitadas poderão ser esclarecida as causas da morte.

Caso seja confirmado que Bruno dos Santos da Costa foi morto a tiros, este será o terceiro homicídio do ano em 2020. Os outros dois foram registrados na comunidade de São Pedrinho onde um agricultor matou a tiros dois criminosos que invadiram sua propriedade e fizeram a família como refém.