Pokémon Go: professor de ciências da computação fala da influência de jogos tecnológicos
Um evento neste final de semana em Porto Alegre deverá reunir mais de 25 mil participantes inscritos no evento chamado de Pokémon Go Safari Zone. O evento, que é gratuito, em razão da grande movimentação ocasiona fechamentos de ruas e uma grande mobilização da Brigada Militar no local.
Em entrevista na Uirapuru, o coordenador do Curso de Ciência da Computação da IMED, Marcos Roberto dos Santos, destacou que nos últimos anos a tecnologia teria tomado proporções gigantescas na vida das pessoas, principalmente por causa das redes sociais. Pensando nisso, uma empresa chamada Nintendo, resolveu inovar e pegou o modelo de jogos digitais e transformou em um aplicativo de celular. Contudo, o professor explicou que o Pokémon Go não trata apenas de um simples jogo de aplicativo.
Santos contou que neste jogo foram utilizados recursos que extrapolam as questões tecnológicas. Um deles é a realidade aumentada, onde a pessoa usa a câmera do aparelho para visualizar no ambiente onde está de forma virtual um pokémon. Para o professor, somente a tecnologia tem o poder de juntar tantas pessoas.
Segundo o coordenador, existe um cenário bem propício para fazer com que os jogos estejam mais próximos das pessoas, como Olimpíadas dos jogos tecnológicos.