Perturbação do sossego público: comunidade reclama de algazarras na área central de Passo Fundo
A perturbação do sossego público é uma das ocorrências que mais incomoda a comunidade passo-fundense. Moradores dos bairros e área central seguidamente entram em contato com a Brigada Militar e Rádio Uirapuru para informar sobre algazarras, som alto em ruas e até mesmo brigas.
Nesta semana, novos relatos de perturbação foram registrados na Rua Quinze de Novembro, esquina com a Paissandu, Centro de Passo Fundo. Segundo ouvintes, brigas, gritos e som alto são ouvidos em residências próximas durante a semana e fins de semana.
Segundo os moradores, isso ocorre em alta madrugada, quando algumas pessoas saem de estabelecimentos comerciais abertos naquele horário. Moradores relataram brigas entre homens e mulheres, pedidos de socorro, garrafas sendo quebradas e diversas agressões. O problema não só acorda os moradores, mas também é classificado como um risco de algo mais grave, como um crime contra a vida.
Sobre o tema, a Rádio Uirapuru conversou com o subcomandante do 3º Regimento de Polícia Montada (3ºRPMon), major Jeferson Miguel da Silva. De acordo com o oficial, a perturbação do sossego público é uma das ocorrências mais frequentes em que a Brigada Militar é despachada para atendimento, especialmente no período noturno.
O policial destaca que para que haja uma diminuição no número de ocorrências desse tipo, o denunciante deve prosseguir com os trâmites necessários, como a representação judicial contra o autor da perturbação.
“Se a Brigada Militar não flagrar a perturbação, os policiais não podem agir, por isso é necessário que uma parte represente judicialmente, assim, o autor sendo penalizado pelo delito, é mais difícil que ele se torne um reincidente”, destacou o major.