Perícia particular indica que mãe de Bernardo também teria sido assassinada
Foi concluída perícia particular, solicitada pela família de Odilaine Uglione, em que de acordo com os documentos, a mãe de Bernardo Boldrini, morto em abril, não teria se matado e sim sido assassinada. Esse foi o resultado apresentado pelo advogado da família Uglione, Marlon Taborda.
A mãe de Bernardo morreu três dias antes de assinar o divórcio, no ano de 2010. O pai, Leandro Boldrini, hoje está preso por suspeita de estar envolvido na morte do filho. Segundo o acordo que seria assinado, Odilaine deveria receber R$ 1,5 milhão e uma pensão mensal de R$ 10 mil.
Na época a Polícia Civil investigou e chegou à conclusão que ela cometeu suicídio, com um tiro na boca, no consultório do marido. Havia cinco pessoas que aguardavam consulta quando viram um estouro e o médico sair da sala, apavorado. Ele afirma que a mulher se matou.
Sem concordar com o resultado das investigações a família contratou perícia particular, realizada pelo perito Sérgio Saldiaz (da empresa Sewell Perícia Criminal Forense) que indica diversas contradição dentre as quais: pelo estudo da trajetória da bala (que entrou pela boca da vítima), o disparo teria sido feito por outra pessoa, que não a vítima. Além do fato de não existir pólvora na mão direita de Odilaine, que era destra.
O advogado da família registra, ainda, que uma gase estava sobre o cabo do revólver que disparou, no intuito, em sua opinião, para disfarçar digitais.
Sendo assim, mais uma vez, será pedida a reabertura do caso. Serão dois pedidos: um à Chefia de Polícia Civil e outro ao TJ. Ao juiz local ele pediu uma vez, foi negado, agora ele quer pedir direto no TJ (com os novos indícios).