Passo Fundo se despede de Santa Leni Bernardon, esposa de Antoninho Bernardon (In memoriam)
A cidade de Passo Fundo se despede nesta terça-feira (13) de Santa Leni Bernardon, aos 88 anos. Nascida em 10/09/1936, na cidade de Santiago/RS, filha da Auta Medeiros Gomes e Túlio Gomes, foi casada com Antoninho Bernardon (in memoriam) por 58 anos.
O casal residiu no bairro Rodrigues e frequentavam a Paróquia Santa Terezinha, onde casaram. Leni e Antoninho tiveram 7 filhos: Gilmar, Gilberto, Márcia (in memoriam), Maristela, Mariselda, Gelson e Giovani. Leni foi esposa e mãe dedicada aos cuidados dos filhos e netos, exercendo papel fundamental para o sucesso da família.
Leni teve como característica principal o cuidado e o amor com a família, sendo que sua maior alegria era proporcionar à família mesas repletas de receitas que aprendeu com sua sogra, Carolina Patussi Bernardon. Leni deixará saudades aos filhos, netos Gabriele, Gisele, Vinícius, Tiago, Júlia, Pedro Henrique, Lucas, João Pedro, Eduarda, Artur Miguel e bisnetos Marcela, Olívia, Sofia, Pedro e Davi.
Antoninho Bernardon (in memoriam)
O Sr. Antoninho Bernardon, faleceu no ano de 2015, aos 83 anos. Natural de Guaporé, deixou esposa e seis filhos. Antoninho era morador tradicional do Bairro Rodrigues e foi um dos fundadores da empresa Irmãos Bernardon, empresa que foi pioneira na produção de refrigerantes e bebidas na cidade.
Antoninho teve trajetória empresarial de sucesso em Passo Fundo, após um início de muitas dificuldades e trabalho. Veio com os pais ainda criança, onde a família construiu um hotel, onde hoje é o terreno do Z. D. Costi.
Mais tarde, ainda na década de 30, sua família abriu uma casa de comércio geral na cidade, abastecendo a população com produtos que não existiam no local até então.
Na década de 1940, iniciou suas atividades no ramo das bebidas vendendo para a cervejaria Serrana do Bade & Barbieux.
De vendedor empregado, junto com seus irmãos, passou a fabricante de refrigerante e cachaça, tendo grande sucesso no ramo. Fundou o refrigerante Minuano, que despertou a atenção da Coca Cola, o qual foi adquirido mais tarde pela empresa a fim de encerrar as atividades do refrigerante local na cidade e garantir o negócio da Coca Cola.