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Geral

Passo Fundo não corre risco de desabastecimento de gás de cozinha

Públicado em Por RD Uirapuru / Mateus Pirolli
Gás de cozinha deve aumentar entre R$ 7 e R$ 10 em abril com unificação de ICMS
Gás de cozinha deve aumentar entre R$ 7 e R$ 10 em abril com unificação de ICMS

Pelo menos 30% do abastecimento do gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha, no Estado está comprometido. Uma das principais distribuidoras no país, a unidade da Copa Energia, antiga Liquigás, em Canoas, foi atingida pela inundação. Caminhões já abastecidos conseguem chegar aos Centros de Distribuição no Estado, localizados nos municípios de Passo Fundo, Pelotas e Santa Maria.

Conforme o proprietário da Dalponte Liquigás, Antônio Loss, não há risco de desabastecimento de gás de cozinha em Passo Fundo. Embora a empresa não consiga buscar o produto em Canoas, a Liquigás está disponibilizando alternativas para as distribuidoras não ficarem desabastecidas.

De acordo com Loss, 100% do gás vendido em Passo Fundo vinha de Canoas. Agora, o produto está vindo de Araucária e Cascavel, no Paraná, onde ficam outras sedes da Copa Energia, empresa detentora da marca Liquigás. A logística é mais demorada, por isso, a chegada de botijões demora um pouco mais. No entanto, a distribuição não deve ser afetada. O empresário ressalta que não há necessidade de uma “corrida” por gás de cozinha.

O centro de distribuição de Passo Fundo está servindo como alternativa para o Estado todo também. Loss destaca que municípios da Serra Gaúcha, da região central e outros locais do estado estão vindo carregar os caminhões em Passo Fundo para abastecer essas cidades. Conforme Loss, a princípio não deve ter impacto no preço ao consumidor. Mesmo a companhia tendo um custo maior de frente, o momento que a população gaúcha vive não permite alteração de preços.