Passo Fundo imuniza mais de 29 mil contra a gripe mas meta até o final da campanha é de 68 mil
A Prefeitura de Passo Fundo tem três semanas para vacinar 90% do grupo-alvo, os prioritários, contra a Influenza. A meta foi estabelecida pelo governo federal.
Até o final da campanha nacional, no dia 26 de maio, o município espera imunizar 68 mil pessoas, até o momento 29.712 receberam a vacina.
A chefe do Núcleo de Vigilância Epidemiológica, enfermeira Raquel Carneiro, conta que o município deve receber mais três lotes de doses da vacina para atender a meta. Ela explica que o Ministério da Saúde envia as doses de forma fracionada ao Estado, que por sua vez, encaminha ao município.
Em razão disso, pode acontecer de faltar vacina em alguma unidade de saúde, mas, segundo Raquel, assim que o problema é detectado é feito o reabastecimento. Isso já aconteceu no final de abril, quando foi esgotada a primeira leva.
A enfermeira disse que os trabalhos nas salas de vacinas seguem com intensidade, mas não há registro de grandes filas. Duas equipes continuam fazendo o atendimento de idosos com problemas de locomoção, através do Programa Vacinação em Casa.
Raquel destaca que a prefeitura tem encontrado dificuldades para a cobertura do grupo das crianças menores de cinco anos e das gestantes, o número está abaixo do esperado. Raquel salienta que no sábado, dia de 13 de maio, será feita uma grande mobilização em Passo Fundo para atingir a demanda.
As 27 salas de vacinação vão estar abertas das 8h às 17h. Ela solicita que as pessoas que fazem parte dos grupos prioritários já comecem a procurar a unidade de saúde mais próxima de suas residências. Isso vai facilitar o planejamento da prefeitura e evitar que o vírus se propague pela cidade.
Fazem parte dos grupos prioritários: idosos com 60 anos ou mais; crianças na faixa etária de 6 meses a menores de 5 anos de idade; trabalhadores da saúde; professores de escolas públicas e privadas; gestantes; puérperas (até 45 dias após o parto); povos indígenas; portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais; adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas; população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional.