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Geral

Para maioria das pessoas, redes sociais são uma forma de marcar sua existência durante período de quarentena

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru

O isolamento social, medida adotada por governantes na busca de diminuir os impactos da contaminação do coronavírus, fez com que as pessoas fiquem cada vez mais presentes nas redes sociais. A divisão de opiniões e o grande número de informações sobre a pandemia também trouxe uma grande divisão social no país. Com essa tensão instaurada, as discussões e manifestações com discursos agressivos ficaram cada vez mais presentes nos últimos dias.

O programa Emoção, Afeto e Comportamento desta semana, que contou com a participação do consultor de empresas e Life Couching, Vinicius Brammer, falou um pouco disso. Brammer destacou que existe o problema sério das fake news, também dos excessos de informações, mas ao mesmo tempo, existe um novo comportamento a ser instalado em nível de sociedade. Segundo ele, as pessoas estão fazendo o isolamento, mas de alguma forma elas querem “pertencer” a algo, porque muitos são bastante úteis durante o dia em suas atividades rotineiras e agora, com esse isolamento, essa utilidade acabou se perdendo.

Segundo o consultor, as pessoas acabam procurando no ambiente virtual o “pertencimento”, através das redes sociais. Para algumas pessoas, uma forma de “existir” é espalhando informações. Segundo Brammer, a forma de existir no isolamento é marcar presença online. No entanto, o consultor alertou que o cuidado deve ser tomado, principalmente na escolha daquilo que está sendo replicado, falado e deve ser pensando no impacto daquela informação ali na frente.

Ouça a entrevista com o consultor de empresas e Life Couching, Vinicius Brammer: