Para evitar acidentes, piscinas que não estão em uso devem ficar cobertas por lona e cercadas
No início da noite desta terça-feira, 28, o Corpo de Bombeiros de Passo Fundo realizou o salvamento de uma criança de 1 ano e 10 meses após afogamento, no Loteamento Pampa. Os bombeiros foram chamados pela mãe da criança que encontrou o filho submerso dentro da piscina. A criança foi salva pelos Bombeiros e conduzida ao Hospital São Vicente de Paulo e não corre risco de vida.
Em entrevista à Uirapuru, o sargento Ederson Bairros destacou que nesses casos o procedimento feito no local é tentar cessar o afogamento, retirando a pessoa o mais rápido possível da água. Ele alerta que acidentes envolvendo crianças e águas ocorrem muita nesta época do ano.
Com a mistura de sol e calor todos buscam se refrescar e com as crianças não é diferente. Os pais, no entanto, precisam supervisionar seus filhos em qualquer ambiente contendo água. A tradicional piscina de mil litros, por exemplo, tem uma situação que favorece que é a profundidade reduzida, desta forma uma criança consegue levantar. Porém, um bebê não conseguirá se defender. Bairros orienta que piscinas como esta estejam sempre em um local visível e fácil de controlar quem entra e quem sai.
Já nas piscinas residenciais de fibra ou alvenaria devem ter o mesmo cuidado. Se ela não estiver sendo usada deve estar fechada com uma grade ou barreira de vidro para melhorar a visualização de longe e sempre com uma lona. Conforme Bairros, existe uma capa para piscinas residências que, além da proteção da água, suportam o peso de uma pessoa.