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Política

Para delegado da federal condenações da Lava Jato provam que a lei é para todos

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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Em uma ação inédita Dalton Avancini, Eduardo Leite e João Ricardo Auler, executivos afastados da Camargo Corrêa, foram condenados por crimes cometidos em contratos com a Petrobras para as obras da Refinaria Getúlio Vargas (Repar), no Paraná; da Refinaria de Abreu e Lima (Renest), em Pernambuco; e do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Eles se desligaram da empresa após serem presos.A condenação foi proferida pela Justiça Federal e a ação desencadeada pela Polícia Federal.

 

O fato ganha destaque em meio a uma crise política no Brasil, onde a população tem a sensação de que os “grandes” não são punidos. Além deles, o juiz federal Sergio Moro condenou também, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, o doleiro Alberto Youssef e um dos subordinados dele o policial federal Jayme Alves de Oliveira, que era responsáveis por entregar remessas de dinheiro.

 

Em entrevista na Uirapuru, o responsável pela Delegacia da Polícia Federal de Passo Fundo, Mauro Vinícius Soares de Moraes, destacou o trabalho independente das forças policiais e da Justiça Federal.O delegado afirmou que a Justiça é para todos: pobres e ricos, sem distinção ou qualquer interferência política ou de dinheiro.

 

Ele lembrou que a Justiça Federal, Ministério Público Federal e Polícia Federal estão trabalhando, em conjunto, pelo bem da sociedade e que esse é um importante passo na luta contra a corrupção. Conforme registra, a Polícia Federal dá o seu recado, nesta hora tão urgente, para todo País: “não cometam crime, porque a punição é para todos”.