Pandemia do coronavírus é um dos maiores desafios de Passo Fundo ao longo dos seus 163 anos, diz historiador
Quem conhece Passo Fundo como é hoje deve imaginar que um longo caminho foi percorrido para que se chegasse até aqui. O município que hoje é um dos maiores e mais importantes do estado do Rio Grande do Sul já foi um arraial bandeirante, um povoado, uma vila e, com sua história de crescimento e desenvolvimento, chega neste mês de agosto a 163 anos de emancipação.
Nesta sexta-feira não será feriado no município como de costume, devido a pandemia do coronavírus. Com isso, eventos presenciais que celebrariam a data foram substituídos por eventos online. A cidade que abriga mais de 203 mil habitantes, enfrenta hoje um dos maiores fatos de sua história: a pandemia do coronavírus.
Falando na Uirapuru, o professor Alex Antônio Vanin, membro efetivo do instituto histórico de Passo Fundo, disse que a pandemia deixará sua marca, assim como outros eventos na história da cidade. Haverá história para ser contada por quem vivenciou a pandemia. De acordo com o professor Vanin, é cedo para dizer se, de fato, a pandemia do coronavírus foi a mais agressiva que Passo Fundo já passou, contudo não há como negar que a mesma é um dos grandes desafios que a cidade já passou ao longo de sua história.
A terra dos viajantes, mas que sempre esteve de braços abertos para receber quem chegava para ficar, carrega a hospitalidade em sua essência. A cidade, da terra dos viajantes, dos estudantes, donos de força, da sensibilidade e capacidade de inovar e de empreender completa 163 anos de muitas histórias.
Ouça a entrevista com o professor Alex Antônio Vanin: