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Cidade

Padrinhos vão recorrer na justiça contra o acolhimento institucional de bebê

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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 A Rádio Uirapuru está acompanhando o caso de uma bebê de sete meses que é cuidada por padrinhos e, nesta semana, teve o seu acolhimento institucional determinado por ordem judicial. Há três meses a bebê está sendo cuidada pelos padrinhos. A mãe já teve seu poder destituído de dois filhos que estão em uma casa de acolhimento há cerca de um ano.

 

Os padrinhos, que não tem parentesco com a bebê, ingressaram na Justiça reivindicando a guarda provisória há pouco tempo. O padrinho, João de Paula, teme o afastamento da menina e já pediu ao advogado que cuida do caso para recorrer da decisão judicial de acolhimento.

 

A promotora, Clarissa Simões Machado alerta que os casos de violação de direitos de crianças e adolescentes correm em segredo de Justiça e, portanto, não deveriam vir a público. Mesmo assim, ela explica que antes da decisão de acolhimento são esgotadas as possibilidades de manter a criança na família. A promotora frisa ainda que os padrinhos não têm a guarda da menina e que a ordem judicial deve ser cumprida.

 

O oficial de justiça já foi mais de três vezes na residência dos padrinhos e está desde quarta-feira (21) tentando executar o acolhimento, mas não encontra ninguém em casa.