No "Minha terra, minha história" Paulo Giongo mostra porque é um ícone de Passo Fundo
O entrevistado desta semana no “Minha Terra, Minha História” é um verdadeiro arquivo vivo sobre tudo que envolve o crescimento de Passo Fundo. Muito mais do que um observador, Paulo Giongo, 85 anos, foi protagonista da história da cidade.
Dono de um senso de humor que o tornou famoso, ele pertenceu aos quadros do Grêmio Passo-Fundense de Letras e participou da transformação da associação em Academia Passo-Fundense de Letras, em 1961.
Farmacêutico, formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e advogado, pela Universidade de Passo Fundo. Fez parte do movimento pela fundação da UPF, nos anos 50. Foi, ainda, criador, autor de peças e diretor do Grupo de Teatro Amador Delorges Caminha; presidente da ACISA; presidente da Subsecção da OAB; e apresentador de programas da rádio e TV; colunista de diversos jornais; ator do filme “Gaúcho de Passo Fundo”, de Teixeirinha e professor de Química, na rede estadual de ensino.
Iniciou sua carreira quando ainda era criança, na farmácia de seu pai, Quinto Giongo. Pai que ele se orgulha em lembrar que começou sua carreira como caixeiro viajante, vendendo remédios em uma charrate. Segundo Giongo, de Passo Fundo a Nonoai, onde seu pai conheceu sua mãe eram quatro dias de viagem.
Nascido em Estrela, para ele Passo Fundo sempre foi sua terra natal, por isso ficou muito feliz quando foi declarado cidadão honorário. Por isso, ressalta que a cidade mora em seu coração e sempre que pode faz questão de divulgar o seu nome.
Casado com Elaine, e pai João Batista, Maria Célia, Maria Helena, Maria Tereza e Renata, o jornalista, advogado e professor frisou que Passo Fundo é uma terra de oportunidades. Uma das cidades que mais tem potencial e crescem hoje no Brasil.