No Minha Terra, Minha História a arte em pauta com Miriam Postal
Nesta semana o quadro “Minha Terra, Minha História”, trouxe a
arte para os passo-fundesens na figura de Miriam Postal. Miriam nasceu em Passo
Fundo, em 1962. Bacharel em Desenho e Plástica e Pós Graduada em Arte/Educação
ambos pela Universidade de Passo Fundo, possui cursos de especialização no
Brasil e exterior. Seu currículo vem sendo construído através da participação
em importantes exposições de arte nacionais como: 44º Salão Paranaense, V Salão
da Ferrovia (Rio de Janeiro), Salão COPESUL (Porto Alegre).
Além disso,
realizou inúmeros painéis públicos, tendo obtido o 1º Lugar no Projeto Missões
300 anos, capa do Guia Telefônico de Porto Alegre de 1998. Em 1997 seus
trabalhos foram escolhidos para capa das Listas Telefônicas das Regiões Norte,
Nordeste, Noroeste e Centro do Rio Grande do Sul. Nas participações
Internacionais já expôs em importantes centros artísticos como Nova Iorque, na
Bélgica, em Berlim, em Portugal, na Suécia e em Assunção, no Paraguai.
Sempre
trabalhando com sua sensibilidade, a artista que desenvolveu um estilo próprio,
além de quadros tem sua arte aplicada a diversos produtos, como porta-copos,
canecas, porta-lápis, entre outros, popularizando o seu acesso. Em Passo Fundo,
realizou no mês de agosto uma exposição especial, denominada “Cenários
Interativos”, no Museu de Artes Visuais Ruth Schneider. Ela que sempre foi
aluna de escola pública, estudando no Fagundes dos Reis e EENAV, frisa que a
arte não está e nem pode estar longe do público. Por isso realiza trabalho
voluntário em todas as escolas em que é convidada. Afirma que tem orgulho de
sua educação e que a arte fazendo parte do cotidiano das pessoas, das crianças,
desde o início de sua educação, pode ser a solução para um mundo melhor.
Quando ao reconhecimento que alcançou, a artista afirma que se declara tímida,
mas feliz em saber que sua arte chega a tantos cantos e recantos. Contrariando
a afirmação de que “santo de casa não faz milagre”, ela comemora ser sempre
lembrada e homenageada por Passo Fundo e pelos passo-fundeses. Por isso garante
sentir muito orgulho de ser um “produto original” da cidade.
Ouça a entrevista na íntegra:
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