No Dia Internacional do Rock and Roll, músico passo-fundense acredita na renovação do público e do estilo musical
Em 13 de julho é celebrado o Dia Internacional do Rock. A data existe desde 1985, quando foi realizado o Live Aid, festival com grande nomes da música e que teve por objetivo arrecadar fundos para o combate à fome na África. O estilo musical, que já foi o principal décadas atrás, sobrevive graças ao público fiel e surgimento de novas bandas.
É o caso de Passo Fundo, onde diversos grupos, bares e estúdios musicais mantém o rock and roll ativo. A Rádio Uirapuru ouviu um dos músicos que movimenta a cena musical na cidade, Bruno Phillipsen. Ele conta que começou a ouvir rock por influência dos pais, pois nos anos 80 tinham por hábito tocar vinis dos Beatles em casa.
Pouco depois, por volta dos 12 anos de idade, Bruno começou a tocar teclado e formou uma banda com colegas de sala de aula no Colégio Cecy Leite Costa. Desde então, Bruno salienta que não parou mais, tendo formado bandas com músicas cover e autorais, algumas de breve existência.
Há cerca de 15 anos, Bruno faz parte da Banda Roudini & Os Impostores, que já tem dois discos lançados e outro em processo de criação. Com música autoral, a Roudini & Os Impostores toca as músicas que os integrantes gostam e assim consegue atrair uma boa base de fãs, tendo público fiel, agenda de shows e lançamentos.
Levando em conta que Passo Fundo já foi berço de outras bandas importantes, como a Cachorro Grande através dos integrantes Beto Bruno, Marcelo Gross e Jerônimo Bocudo, o músico Bruno Phillipsen nota um ressurgimento do rock, com novas bandas que bebem de influências antigas para fazer sucesso.
Por isso, o passo-fundense não acredita na extinção do rock, bem pelo contrário, pois mantém um estúdio, chamado Dom Rodolfo Estúdio, que recebe bandas de jovens, comprovando a renovação do rock and roll