No Dia do Oftalmologista, especialista ressalta importância de avaliações regulares da saúde ocular
Avaliação completa, que inclui mapeamento da retina, é a recomendação dos oftalmologistas para ser realizada ainda no primeiro mês de vida do bebê. No Dia do Oftalmologista, comemorado nesta quinta-feira, 7 de maio, o médico oftalmologista do HORGS – Hospital de Olhos do Rio Grande do Sul, Dr. Lucas Manfron, explica que é importante que um exame minucioso seja realizado ainda na fase inicial da infância, o que permitirá que a saúde ocular possa ser acompanhada pelo oftalmologista junto ao pediatra.
No passado, a orientação era de uma primeira consulta no início da idade escolar, mas ao longo do tempo, com as novas descobertas e tecnologias, essa indicação mudou, conforme relata o oftalmologista. “Existia uma recomendação anterior de, a partir dos 4 anos, levar os filhos para consulta ao oftalmologista. Isso não existe mais. O orientado hoje em dia é logo. A partir do primeiro mês de vida já está autorizado a levar à primeira consulta ao oftalmologista para fazer um exame completo, avaliar fundo de olho, avaliar mapeamento de retina e a gente poder ter o acompanhamento junto ao pediatra do desenvolvimento da visão”, destaca Dr. Lucas Manfron.
De acordo com o oftalmologista, depois desse primeiro contato, o acompanhamento deve ser regular, não passando da periodicidade de um ano. Além do cuidado para enxergar bem, muitas patologias podem ser identificadas com esse cuidado. “Esses acompanhamentos devem ser anuais. A gente não deixa pra ir no oftalmo somente quando tem sintoma, porque todas as doenças oftalmológicas, todas as alterações que o olho pode vir a sofrer ao longo do tempo, a maioria delas são silenciosas. Então, por isso que essa avaliação anual é importante. Tendo os sintomas, obviamente que vai se procurar a consulta, mas não tendo sintomas a avaliação também deve ser anual desde o período bem inicial da infância”, avalia.
Cuidado e atenção à saúde ocular ao longo da vida
Mesmo mantendo o acompanhamento regular e não sendo identificado qualquer problema, a partir dos 40 anos, todas as pessoas começam a passar por um processo que afeta a visão de perto. Antigamente o problema era chamado de “vista cansada”, que seria a presbiopia, conforme Manfron explica. “Depois dos 40 anos, o que começa a acontecer é uma dificuldade na visão de perto, que a gente chama de presbiopia. É um fenômeno que todas as pessoas vão passar em algum momento da sua vida e começa a se manifestar a partir dos 40 anos”, pontua.
A recomendação mais conhecida, nesses casos, é a prescrição do uso de óculos, o que pode ser feito na fase inicial quando os acompanhamentos são feitos regularmente. “Essa consulta de avaliação sempre é importante para poder, o quanto antes, pegar essas alterações, e já o próprio tratamento que, mais comumente, as pessoas conhecem, é o óculos”, salienta Dr. Manfron. Contudo, novas soluções têm aparecido para auxiliar quem chega na fase da presbiopia. “Hoje em dia a gente tem grandes possibilidades em procedimentos extremamente rápidos, e seguros também, para os pacientes não precisarem depender do óculos nem para perto, para poderem ficar livres de óculos através de procedimentos muito tranquilos e muito tecnológicos para trazer mais qualidade de vida”, conclui.
Sobre o HORGS
O HORGS – Hospital de Olhos do Rio Grande do Sul é referência para todo o estado. Destaca-se pela sua infraestrutura seis estrelas e abrangência para mais de 70 municípios do Norte Gaúcho. Equipado com o que há de mais tecnológico na área da oftalmologia, está localizado na principal área médica de Passo Fundo (RS), ao lado do HSVP, na Rua Teixeira Soares, nº 780.
O Hospital atua com a realização de consultas, exames, terapias e cirurgias que podem ser realizadas nas modalidades particular e convênio, com foco em proporcionar uma experiência exclusiva em saúde oftalmológica. O contato pode ser feito pelo telefone (54) 3632-4994 ou pelo WhatsApp (54) 9 9286-3212.