Skip to content

Caso Rafael

Na Uirapuru, conselheira tutelar diz que mãe não aparentava ser culpada da morte de Rafael

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru

A Rádio Uirapuru segue na cidade de Planalto acompanhando os desdobramentos do Caso Rafael, após o corpo do menino ter sido encontrado e a mãe ter confessado o crime.

A conselheira tutelar Denise Vojniek, que esteve auxiliando nas buscas e orientando a família durante o tempo em que Rafael esteve desaparecido, conversou com a reportagem da Uirapuru.

Segundo Denise, a mãe do menino procurou o conselho tutelar na sexta-feira (15), dia do suposto desaparecimento, para notificar que o filho não estava em casa. A mãe relatou a versão de que o menino teria saído pela porta da frente e somente pela parte da manhã notou a falta do filho, quando procurou ajuda. A conselheira relatou que o órgão nunca precisou prestar nenhum atendimento à família. Destacou, inclusive, que a mãe passava uma imagem de ser muito cuidadosa com os filhos. Ela levava o menino na escola, não costumava deixar as crianças sozinhas e aparentava ser amorosa.

Rafael era um menino tranquilo e sem histórico de problemas, de acordo com Denise. A conselheira contou à reportagem da Uirapuru, que, em todas as conversas que tiveram com a mãe, não conseguiram perceber que ela era a culpada pelo crime. Ela se dizia preocupada e relatou que todo o barulho que ouvia pensava que era o Rafael voltando para casa. A frieza era tanta que não houve percepção de culpa.

Denise explicou que o trabalho do conselho tutelar em relação ao Rafael terminou e agora cabe à polícia prosseguir no caso, porém, o conselho vai acompanhar e tomar todas as providências para que o irmão, de 16 anos, tenha todo o amparo necessário nesse momento.

Ouça a entrevista com a conselheira tutelar de Planalto, Denise Vojniek: