Municipários decidem pela greve em assembleia geral
O funcionalismo público municipal decidiu em assembleia geral, realizada hoje na Câmara de Vereadores, por manter as atividades paralisadas. Desde sexta-feira, dia 20, eles estão em greve pedindo reajuste salarial. A última oferta apresentada pelo Executivo Municipal, na quinta-feira, chegou aos 7,7% e foi recusada pelo Simpasso. Os municipários estão solicitando 10%, sendo 7% de forma imediata e os 3% restantes divididos até o mês de dezembro.
De acordo com o presidente do Simpasso, Marcelo Ebling, a proposta do executivo está muito aquém do exigido. Além disso, ele registra que a falta de interesse em negociar também foi observada pela categoria.
Ao comentar a greve deflagrada pelo, o procurador-geral do Município, Adolfo de Freitas, declarou que a Prefeitura continua disposta a dialogar com a categoria. Ele reiterou, porém, que o Executivo não quer criar falsas expectativas, pois chegou ao limite com a apresentação da proposta de 7,7% de reposição salarial e não tem condições de avançar mais.
A maioria das escolas de ensino fundamental está atendendo de forma parcial. Poucas escolas de Educação Infantil, as creches, estão atendendo de forma parcial e integral, enquanto a maioria aderiu à paralisação.