Skip to content

Cidade

Mulheres da Paz decidem continuar trabalho contra a violência doméstica mesmo sem recursos do poder público

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
Imagem não disponível

Com o fim do contrato entre governo municipal e Ministério da Justiça e a indefinição sobre a seqüência do programa Mulheres da Paz, as integrantes desse grupo, com o apoio da Comissão de Direitos Humanos de Passo Fundo, decidiram atuar de forma voluntária. Desse modo não contarão com o subsídio financeiro recebido do poder público, o que ocorria desde a implantação do programa.

O professor Nei Pies, ativista dos direitos humanos, destaca que as cerca de 200 mulheres participantes do projeto foram capacitadas em temas como gênero e direitos da mulher e cidadania, violências, fatores de risco e prevenção a drogadição, para agirem como multiplicadoras do Programa, tendo como incumbência prevenir a violência juvenil e o envolvimento dos jovens com as drogas, bem como a violência.

A Comissão de Bem Estar Social (CEBES) da Câmara de Vereadores recebeu, recentemente, as integrantes do programa, que reivindicaram apoio da casa para a manutenção do convênio entre governo federal e município. A vereadora Claúdia Furlaneto, presidente da comissão diz que todos os esforços serão feitos para evitar o encerramento do Mulheres da Paz, que já apresenta resultado positivo nas comunidades onde atua.
De acordo com informações da prefeitura, o poder executivo municipal ainda está pleiteando junto ao Ministério da Justiça a continuidade do programa e ainda ampliá-lo, incluindo mais mulheres.