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Cidade

Minha Casa, Minha Vida impulsiona vendas no Estado, mas cenário em Passo Fundo tem limitações no segmento

Públicado em Por RD Uirapuru / Mateus Miotto
Preço de construção da casa própria está elevado e alternativa são imóveis prontos ou na planta
Preço de construção da casa própria está elevado e alternativa são imóveis prontos ou na planta

Dados revelados nesta semana evidenciaram a importância do programa federal Minha Casa, Minha Vida para o desenvolvimento do Estado. Estes dados apontaram que o Rio Grande do Sul teve, entre 2023 e 2025, 146 mil 829 unidades habitacionais contratadas pelo programa Minha Casa, Minha Vida, resultado de um investimento de R$ 22,7 bilhões do governo brasileiro. Relançado em fevereiro de 2023, o Minha Casa, Minha Vida tinha como meta a contratação, até o fim deste ano, de 2 milhões de unidades em todo o País.

Buscando entender a importância e impacto deste programa em Passo Fundo, que é um polo regional quando se fala em construção civil, a Uirapuru conversou com o presidente do Sinduscon, Cristiano Basso. Conforme ele, o cenário de Passo Fundo é um pouco diferente quando se fala em possibilidades do Minha Casa, Minha Vida, comparando com cidades como Porto Alegre.Isso porque há custos e disponibilidades diferentes de terrenos em Passo Fundo. Isso reduz a possibilidade para o programa, que é voltado para um padrão de moradia limitado pelo preço.

No entanto, a avaliação geral é benéfica, porque a movimentação pelo programa é grande em diversos setores estaduais que trazem reflexo na indústria, construção e venda de imóveis. O mercado da construção civil será, em sua avaliação, mais produtivo neste ano em Passo Fundo.  Para o presidente do Sinduscon, imóveis de médio e alto padrão estão com boas projeções de mercado em Passo Fundo e isso já tem consolidado bons negócios.