Metendo o Bico – Emergência Médica
“As autoridades locais terão que enfrentar um duro problema das emergências dos dois maiores hospitais de Passo Fundo. Nenhum deles suporta mais o volume de atendimentos e os custos que estão bancando para manterem o serviço. Só num deles o déficit mensal entre o que recebe e o custo que banca dá um prejuízo de 300 mil reais.
Prefeito e vereadores terão que viabilizar alguma saída para esse gargalo da saúde, ainda que recursos dessa área sejam oriundos de governo federal e estadual. Não adianta pensar diferente porque o problema é nosso. São passo-fundenses ali atendidos aos milhares.
O maior dos hospitais já tem plano de só atender na emergência paciente que chegarde ambulância.
Por não suportar tantos prejuízos mensais quem não vier de ambulância será orientado a procurar alguma unidade básica de saúde e assim ficar restrito só a casos graves e urgentes.”
Emergência médica II
“Talvez este seja o momento ideal para levar a discussão sobre o que fazer na área da emergência médica e que modelo devemos adotar no Hospital Municipal que passa por reformas gerais.
De repente talvez possa o Municipal se transformar num grande ponto de atendimento e seleção de doentes. Nos casos mais simples em que não há risco iminente de morte ali haveria o atendimento e apenas os casos graves seriam encaminhados aos demais hospitais maiores.
Não há mais tempo a perder, são decisões para ontem evitando que o caldo engrosse colocando vidas preciosas em risco.”
*Textos retirados do Jornal Troca-Troca da última semana (11/10/18)